sábado, 8 de dezembro de 2012

Segredo! Psiu!

Mamãe sempre diz que eu preciso guardar mais os meus segredos. :)
Afinal, são segredos e não algo para se sair por aí comentando a todos.

Eu entendo que segredos são aqueles que outras pessoas me contam sabendo que eu não falarei a ninguém, nem precisando me pedir por isso. Nossa! Quantas coisas eu já ouvi e vi ao longo de toda a minha vida (20 e poucos anos, certo Fabio Junior?) e ninguém sabe sequer que eu saiba ou tenha visto. Muitas que eu nem lembro mais o que eram de tão guardadas ficaram. Algumas que se eu contasse, nossa... rsrsrsrs nem quero lembrar ou pensar.

Mas quando o assunto sou eu... se eu não contar, será segredo. Se eu lhe pedir para não contar, será segredo. Mas se eu mesma contar, não será fofoca, não será quebra de segredo, mas apenas uma pessoa feliz dividindo com alguém algo muito importante que a está alegrando. Bem, pode ser que o segredo não seja tão bom assim e eu apenas precise dividir com alguém, que me apoie ou aconselhe, ou ainda, pode ser algo que eu precise falar em voz alta para me ouvir e entender melhor...

Pois bem, conto ou não conto? Não sei se alguém está lendo o que eu escrevo, neste caso, posso falar e ninguém lerá. Mas... e se amanhã ou depois alguém encontrar esse post e ler? Aí deixará de ser um segredo só meu porque mais alguém saberá!

Oba! Vou contar! :)



Mas, dizem que no mundo existem pessoas invejosas que não sabem disso, que enviam energia negativa por pura inveja para alguém que está conseguindo algo que ela não se sente capaz. Será? Bom, sendo assim, eu não posso contar ou estarei correndo o risco da novidade ser quebrada e não mais se realizar...

E agora? Conto ou não conto? Como quem conta um conto costuma aumentar um conto, quem ler e resolver espalhar poderá aumentar vários contos. Mas, e se não for um conto, mas uma não-ficção? Bem, se fosse ficção, poderia ser recriado, reinventado, aumentado, reescrito, mas como não-ficção, poderá ser aumentado, detalhado, melhor estudado, melhor descrito, e será verdadeiro como a ficção não o é.

ih! acho que soltei uma pista sem querer! rsrsrs

Mas segundo Hamilton Castardo, as pistas devem existir para aguçar o leitor a continuar lendo. Então neste caso, eu não posso contar ainda ou a surpresa acabará, o segredo não mais existirá, mas sem surpresas quem continuará lendo?

Ai meu Deus, que dúvida cruel! Mas foi Deus quem me fez nascer sob o signo de peixes, o último signo do Zodíaco, com tantas características que não vem ao caso agora e com um detalhe que até hoje não resolvi se é defeito ou qualidade: a dúvida.

Sim, porque quando temos dúvida, reavaliamos, repensamos, procuramos outro ângulo para olhar a situação e quem sabe, encontrar outra saída. Quando não temos duvida alguma corremos o risco de agirmos precipitadamente, de “metermos os pés pelas mãos”, etc.

Por outro lado, quando pensamos demais, podemos dar a entender que estamos enrolando. Não é isso que você deve estar pensando? Que eu ficarei aqui enrolando e não contarei que ontem no finalzinho do dia eu recebi uma prova da capa do meu novo livro para avaliar? Que eu não tenho nada novo ou nada importante para contar e fico aqui confabulando com meus botões e lhe fazendo perder o tempo lendo essa baboseira?

Hehehehe, pois é, já decidi. Não contarei nada, por enquanto, tá bom? Pode falar mal à vontade, mas sei que não o fará porque você gosta de mim eu gosto de você e, por esse motivo, você saberá esperar o momento certo para saber da novidade.

Beijo e bom domingo!
Elianete

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