domingo, 26 de agosto de 2012

O momento parece nunca chegar até que... se foi !


Amigos,

Costumamos ouvir as pessoas dizerem : 
- “Nossa! A vida passa tão rápido!” 
- “Meu dia precisa ter mais do que 24 horas!”

Ou então:
- “Não vejo a hora desse grande dia chegar!”
- “Meus dias são tão longos, não passam!”

Passamos dias, semanas, meses ou até mesmo anos, planejando algo e quando a data tão desejada chega, ela se evapora, esvaindo pelos nossos dedos e... passa!

Ficam as imagens em nossa memória e também nas fotos para que possamos olhar de vez em quando e ter a certeza de que aconteceram mesmo! Nos primeiros dias a conversa gira em torno dos resultados até que estes também ficam no passado, apenas na memória. Ou nas crônicas.

quarta-feira, 22 de agosto de 2012

Minhas fotos, meus livros.

Amigos, 

Já estão publicadas em meu site as fotos que fizemos nos dias dos lançamentos em que participei:

10/08/12 - A Scortecci lançou a Antologia comemorativa dos seus 30 anos "Nossa História, Nossos Autores. Tenho participação no Volume 2.

11/08/12 - Lançamento do meu livro "Desvendando a Informática na Melhor Idade".

No site encontrarão além das fotos, detalhes sobre o livro, diário da autora, locais de vendas, sites onde o livro está divulgado, opinião de leitores, etc.

A Editora Scortecci já divulgou fotos dos autores e livros lançados nos dias 10 e 11 (aos poucos demais fotos estarão sendo divulgadas também). Vejam minha participação em http://www.scortecci.com.br, selecionando no menu à esquerda, na parte destinada à Bienal do Livro SP 2012, os links para os dias 10 e 11.

Abraço,
Elianete
SP, 22/08/2012




terça-feira, 21 de agosto de 2012

“A Bienal do Livro precisa sair do Anhembi e ganhar as ruas de São Paulo"


Amigos, 

Compartilho aqui também as novas idéias para um novo evento cultural, saindo de único local fechado para vários espaços culturais, ruas, parques, restaurantes, etc. 

E você ? o que opina? Gostou da idéia? Que tal compartilhar com seus amigos? :)


By João Scortecci
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“A Bienal do Livro precisa sair do Anhembi e ganhar as ruas de São Paulo
Apesar de críticas, Bienal do Livro encerra com recorde de público” é a nota da Folha de S. Paulo do último dia 19. A CBL fala em 750 mil visitantes. Parabéns, CBL; parabéns, Reed Exhibitions e, especialmente, parabéns, expositores, verdadeiros donos da festa.No dia 15, durante a Bienal, enviei carta aos 400 expositores criticando a organização e as condições do Pavilhão de Exposições do Anhembi para receber uma feira desse porte. A carta foi amplamente divulgada na mídia e creio ser do conhecimento de todos. Ela pode ser encontrada na Folha de S. Paulo com o título “Bienal do Livro de São Paulo está morrendo, diz editor em carta”.Voltando à matéria do dia 19 (último dia da Bienal), copio parte da declaração do Sr. José Danghesi, diretor da Reed Exhibitions: "As reformas nos banheiros, no piso e na parte elétrica melhoraram muito o Anhembi. Mas é claro que queremos mais. Um ar-condicionado, por exemplo, faria toda a diferença". Cabe aqui elogiá-lo e que fique o registro de suas promessas, que virão em benefício de todos. Finalmente teremos um pavilhão de exposições de primeiro mundo e digno de receber evento de tamanha importância.O que temos a lamentar – confesso que não esperava isso da atual diretoria da Câmara Brasileira do Livro – é o anúncio antecipado da 23ª edição da Bienal do Livro, no Anhembi, no período de 27 de agosto a 7 de setembro de 2014, sem antes reunir e conversar com sócios, parceiros e expositores. Feito assim, resta-nos esperar pela realização das promessas feitas – todas significativas e emergenciais – e então, na condição de expositor, decidir ou não participar da próxima festa do livro em São Paulo.Ficou a certeza de que valeu o grito de alerta e que a sugestão por mim apresentada em carta enviada aos 400 expositores, de que a Bienal do Livro precisa sair do Anhembi e ganhar as ruas de São Paulo, encontrou o seu lugar na planta das ideias possíveis. Com respeito e amizade.João Scorteccijrsp@scortecci.com.br”
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Eu divulguei via Twitter a entrevista sobre o assunto da CBN apresentada pelo Milton Jung no dia 20/09:  "A Bienal do Livro precisa sair do Anhembi e ganhar as ruas da cidade de São Paulo". http://t.co/Q9Ri5iCQ"

Acredito que com esse novo projeto mais pessoas se beneficiarão.

Elianete
SP, 21/08/2012






segunda-feira, 20 de agosto de 2012

Matéria no Portal do Envelhecimento

Boa noite queridos leitores,
Oba! O Portal do Envelhecimento publicou hoje uma matéria sobre o meu livro, que máximo!
Não deixem de ler e comentar.
Beijos,
Elianete

Leia Mais...

domingo, 19 de agosto de 2012

Saudades da Bienal do Ibirapuera

Hoje é o último dia da Bienal do Livro de SP no Anhembi que ocorreu de 9 a 19/08/2012. 

Eu visitei nos dias 9, 10, 11, 13, 17 e hoje novamente. Três dias eu paguei estacionamento. Três dias eu fui de ônibus. O serviço de ônibus funcionou bem nos dias que eu fui, principalmente dias de maior movimento, 17 e 19, com grandes filas, mas lotando ônibus e saindo em seguida. Estava organizado, eficiente e confortável. A fila de mais de 200 pessoas assustava à primeira vista, mas estava bem organizada, com dois ou três ônibus sendo lotados simultaneamente.

Hoje cheguei às 11hs, uma multidão foi de ônibus e o estacionamento já estava lotado mesmo a R$30. Fiquei até 15hs e não vi filas nos banheiros nem lanchonetes, mas acredito que após esse horário tenha ficado bem mais complicado. Quando percebi que estava ficando difícil chegar aos livros e entrar nos estandes eu fui embora. Fui com uma amiga, rodamos tudo e mais um pouco, fizemos boas compras, livros garimpados e apenas 2 de uma lista que eu havia preparado previamente.

A reportagem da Folha de São Paulo (link) menciona "carta encaminhada aos cerca de 400 expositores, o editor João Scortecci, ex-diretor da CBL, declarou que 'a Bienal como ela é está morrendo'" e complementa que "'Terminada esta edição, iniciaremos uma comissão para discutir tudo isso. Queremos sempre melhorar', diz Karine Pansa, presidente da CBL."


Pelos comentários postados na matéria percebo o apoio que o editor vem recebendo quanto às melhorias sugeridas para este importante evento literário. Foi bom sim, mas tem muito espaço para melhorar, pois no mundo digital em que vivemos, o livro impresso ainda é o preferido dos leitores!!


Particularmente, eu gostava mais da Bienal do Livro quando era no prédio da Bienal do Ibirapuera que tem mais a cara deste evento. O Anhembi tem o metro a favor, mas ao mesmo tempo, pensar em voltar para casa depois de caminhar pelo pavilhão inteiro, carregando o peso dos livros adquiridos, não é animador...

Saindo do Anhembi fomos almoçar no shopping Center Norte que fica bem pertinho e observei muita gente com as sacolas cheias !


Elianete

SP, 19/08/2012



quinta-feira, 16 de agosto de 2012

A divulgação de uma carta inicia uma discussão de mudanças


Amigos,

Hoje São Paulo acordou com a divulgação de uma carta do editor João Scortecci publicada pela Folha de São Paulo no caderno Ilustrada e rapidamente suas palavras foram propagadas por blogs e facebook. 

A matéria na integra poderá ser lida em “Bienal do Livro de São Paulo está morrendo, diz editor em carta  

Meu comentário para o editor naquele momento foi :
"Como leitora e escritora lhe dou todo meu apoio. Vários amigos meus comentaram que preferem comprar em livrarias que estão mais acessíveis. Evento quando muito concentrado gera afastamento do foco principal. A idéia de espalhar a feira pela cidade é excelente para que os diversos públicos possam ser atingidos. Crianças em parques, artes em museus, etc. Gostei de sua iniciativa."

domingo, 5 de agosto de 2012

Estudos, ontem e hoje.

Estive pensando em como teria sido a minha vida se quando eu nasci já existissem o computador pessoal e a internet.
Levávamos cadernos, lápis e borracha para a escola. A professora escrevia com giz em um quadro negro a matéria do dia e tínhamos que copiar tudo. Hoje, a professora até pode usar o quadro branco com canetas coloridas se quiser, mas existem o computador e o projetor para exibir uma matéria previamente pesquisada e redigida. Em algumas escolas, os alunos levam seus computadores pessoais, cada vez menores e mais leves, ou até mesmo tablets para acompanharem a pesquisa diretamente via internet.
Quando precisávamos fazer um trabalho de pesquisa, íamos às bibliotecas publicas pesquisar, ou mesmo, pegar emprestado um livro para levar para casa e devolver dias depois. Usávamos papel almaço para redigir nossos trabalhos e precisávamos ter uma letra clara para que a professora entendesse bem o que havíamos escrito para não perdermos pontos.

Relacionamentos virtuais

Eu faço amizades via internet desde 1995 quando esta foi liberada comercialmente no Brasil. Antes disso eu já acessava remotamente provedores chamados de BBS (Bulletin Board Systems) que permitiam trocar mensagens com outros usuários que acessavam o mesmo local. O detalhe é que na época os acessos eram via linha discada e a 2400bps. Hoje temos internet a cabo a 10Mbps ou mais, e ainda acessos via celular e wi-fi.
Desde então fiz novas amizades, virtuais inicialmente, mas que vieram a se tornar grandes amigos com os quais tenho contato e amizade até hoje.
Certa vez, eu e mais dois desses amigos, fomos capa do caderno de informática do Diário do ABC numa reportagem que versava sobre relacionamentos que começam no computador e migram para a vida real. Naquela época eu namorava um rapaz que havia conhecido desta forma.